Sejam Bem Vindos ao Fantástico Mundo da Poesia

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Um episódio de anime


Já se perguntaram o que um episódio de anime pode ensinar? Não estou me dirigindo a um determinado grupo como crianças e adolescentes, e sim para todos.

A princesa com todo seu perfeccionismo para as meninas sonharem e se realizarem ser tradicional ou não; o principe e sua coragem para impulsionar crianças a serem responsáveis. O guerreiro que ensina a nunca, jamais desistir, brilhando os olhos das pessoas a sempre seguirem em frente não importando qual seja o inimigo. O pato feio que não encontra seu caminho no inicio, e que no final se transforma em um lindo cisney branco, encantando as pessoas a não desanimarem pelo o que os outros falam. O aventureiro que mostra como é divertido a Filosofia do "hakuna matata-sem problemas."

Pense como um anime pode ser interessante se tratando de uns tempos anteriores, pois agora até esse incrivel mundo de imaginação e motivação está se tornando clichê de assuntos contemporânios, abordando pensamentos individuais de seus próprios criadores, agora ensinando muitas vezes o conceito de "errado" do que era "certo".

- C.Rodrigues

sábado, 7 de outubro de 2017

Um Amor Diferente


O amor é uma doença
Que infecta de ilusão
Enganas na esperança e presença
Teu louco e fraco coração

Ai do amor
Que vive assim
Exalando teu odor
Que te mata até o fim

O amor é pois uma doença
Sem compaixão quando termina
De tamanha semelhança e diferença
E quase nunca germina

De amor o teu semblante
Vira amante do poço da tristeza
Que sangrou teu coração petulante
E lhe deixou na casa das incertezas. 💔

[C.R]

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Raros Amores


Amores
Fáceis de achar
São raridades, encontrar
Quem vê belezas
A procurar
Sorrisos bonitos,
No fim da vida inútil
Encontra tristezas

Amores
Fáceis de achar
Onde encontrar?
Não se encontram
Em algum...
Lugar clichê
Nem em baladas...
Festivas de prazer

Amores
Fáceis de achar
Não se acham,
Se procura
Ou se espera
Pois, feliz é
Aquele José que encontra sua Maria
E sacia sua quimera

Amores
Fáceis de achar
E, no mesmo
Se encontram nas rimas
De cores
Sabores
De flores e porque não de dores?
E nas enfadadas histórias de amores.

[C.R]

domingo, 23 de julho de 2017

Um Poeta Cabisbaixo


Lixo imundo
Manchador de consciência
Poço egoísta fundo, bem fundo
Poeta da indecência

Ser eu, este infame pobre
Cansado a pedir perdão
Ser eu, este verme enorme
Fadado a jorrar paixão

Por dentro esmiuçado
Pena do meu infeliz coração
Não do meu caráter esmigalhado

Um símbolo da decepção
Ser eu, este miserável?
Ser eu, este ser desagradável?

[C.R]

quarta-feira, 12 de julho de 2017

De Mãos Dadas




De mãos dadas
Os bonecos
Gente
Andam
De mãos dadas
Dão as mãos
Já posto quentes e enfadadas
Suas mãos
Dadas
Mesmo enrugadas ou delicadas
Vão no vão da natureza
Os bonecos
Gente
Sua beleza
De mãos dadas

Com as mãos dadas
Casais e amantes
Juntas e não separadas
Pois jaz lindo e poesia
Suas mãos dadas
De mãos dadas
Andando pelas ruas
Brigados ou separados
Lúcidos ou extasiados
Mas as mãos dadas
Vão no vão da natureza
Os bonecos
Gente
Sua beleza
De mãos dadas

De mãos dadas
Sejam anjos ou assassinos
Santas ou perdidas
Todos veem e sentem o quentinho
De suas mãos dadas
As mãos dadas
Dariam mais valor se perdessem as namoradas
Pois nem todo mundo
Deveras
Andam de mãos dadas
Vão no vão da natureza
Os bonecos
Gente
Sua beleza
De mãos dadas

[C.R]

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Imaginar-se Coisas Mais


Imagine-se perder-se numa ilha deserta
Você e o tal do seu amor
Desprezando as cenas de filme
Apenas sua história de amor
Ouvindo as ondas do mar
Misturando-se com suas vozes
As curvas das nuvens acima
Misturando-se com as curvas dos seus corpos

Imagine-se um tempo a mais
Sem os embaraços e entrelaços do mundo
Você e o tal do seu amor
Se perdendo apenas
Mais e mais
No prazer das coisas pequenas
Mais e mais
No enfadado da troca de olhares e coisas mais

[C.R]


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Embaixo das Estrelas o Prazer


E quando os corpos se encontram
No entrelaçar da natureza
Me espanto de espanto
Quando jaz morta a linda pureza

E quando vejo a carne em carne
No seu mundo de prazer
Interpretou ao meu jeito o egoísmo: a magestade
Me atenta ao modo de não doer

E quando os gritos já ouço
Finjo-me de criança
Na ilusão a manter-me limpo
Já tarde posto fogo na esperança

Não fugindo da intenção
Bem que é lindo
Aquele ato exótico de atenção
O casal ao encontro dos desejos, indo e vindo

Ah como é privilégio
O amor se diluir na prática fervente
Esmiuçando o sacrilégio
Uma copa de arvore fazendo um mistério do templo de amor ardente

[C.R]