Sejam Bem Vindos ao Fantástico Mundo da Poesia
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Amor, Versos e Rimas
O amor, ah o amor.
Vai chegando de fininho
E te dando um beijinho
No teu rostinho
Tão limpinho
Te amassando de um jeitinho
E te dizendo bem baixinho:
Você é tudo meu anjinho;
Te amo muito amorzinho
Não quero mais ninguém no meu caminho
Quero uma história sem espinhos
Ainda quero morder teu corpinho
Inteirinho
Te cuidar e te amar bem devagarinho.
Que ainda todos possam dizer:
"Que casalzinho mais fofinho"
Como queria te abraçar nesse friozinho
[Cícero Rodrigues]
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Marcela
Olha que coisa engraçada
Um dia desses vi uma criatura toda encantada
Cheia de charme, de graça.
Rapidamente apaixonei-me por sua raça
Ah... Como ela era bela
Toda bonitinha, uma sublime e elegante donzela.
Parecendo uma linda atriz de novela;
Mas desta vez não era mais uma ilusão de mulher piranha-amarela
Era uma doce e simples cadela que se chamava Marcela.
[Cícero Rodrigues]
domingo, 27 de dezembro de 2015
Quantas saudades
A saudade é uma amante, uma amante cruel
que te faz sentir depressivo e não te abandona. Uma saudade de tudo, mas não de
grandes coisas, saudades apenas daqueles momentinhos com a família em um almoço
especial, saudades da garrafa de refrigerante passando de mão em mão naqueles
almoços de domingo, saudades até mesmo dos apelidos carinhosos dos colegas na
escola, dos elogios dos professores, grande saudade do contato com todos eles,
saudades sangrentas e atordoantes que nos fazem refletir, saudades também da
vozinha gritando: "venham almoçar meninos", saudades até mesmo da
inocente infância de todas aquelas brincadeirinhas que hoje pensamos: "ah
que besteira, como eu era infantil".
Talvez um erro fatal
de muitas crianças atualmente esteja na imensa vontade de crescer e se tornar
idiotamente o que chamam de responsáveis, pois antes um ser assumir sua
infantilidade do que não saber o que fazer com sua autonomia e nem mesmo como
governar a si próprio. Porém a saudade consegue até mesmo ser maior do que
todas estas bocas falantes. Saudades que se camuflam em todos os sentidos,
saudades amargas na infinidade das tristezas, saudades doces de lágrimas
solitárias, saudade incondicional, e porque não dizer saudade Platônica.
Como não se lembrar
daqueles olhos cintilantes assistindo todos aqueles desenhos animados com os
primos!? Como não se lembrar das doces briguinhas entre as priminhas e depois
pedir o perdão com a verdade no olhar da criança!? Ah que imensa saudade...
Assim como o trabalho do tempo é passar e passar; o trabalho da saudade é
fazer-nos chorar e chorar, saudades que nem mesmo um tufão conseguiria levar,
saudades que ninguém jamais conseguirá explicar, mesmo insistindo aqui em
desvendar. Saudades, infinitas saudades. E qual a face da sua saudade?
[Cícero Rodrigues]
- Desculpem pelos erros gramaticais e/ou ortográficos, comentem e/ou compartilhem, críticas também são bem vindas.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
A triste história de um menino
Era uma vez um menino que nascera em uma cidade pacata no interior
de um estado pobre, mas não um simples menino, um garoto que quem o via e ouvia
ficava no mínimo um tanto curioso e surpreendido, surpreendido com seu jeito de
pensar e de falar. Apesar de sua pouquíssima idade era de se surpreender como
ele era poeta, observador dos fenômenos naturais, como ele via aquelas estrelas
com seus olhos cintilantes sem piscar nenhum momento com medo delas fugirem.
Porém esse garoto tinha algo que os poucos que tinha o escondiam e os muitos
hipócritas que não tinham diziam o ter, algo que só os que realmente sentiram
poderiam descrever algo que o tornava triste e pensativo; o amor, sim o amor,
essa palavra que nos dias atuais é comum e desprezada do seu real significado.
Esse menino que era um pouco crítico com aqueles que diziam: “te amo” como
dizem: “bom dia”, mas humilde e consolador para com aqueles que tiveram seus
corações perfurados e dilacerados por essa palavra de quatro letras; amor.
O principal erro daquele menino
não estava na arrogância com os orgulhosos, não estava na crítica com os
injustos e nem mesmo nas brigas com sua família, o erro real daquele garoto
estava no medo, sim, medo de receber um não, medo de seus pesadelos que o atormentavam
noite e dia, medo de falar e principalmente o medo de ouvir, sua insegurança o
torturava, mesmo com sua consciência limpa e digna o medo lhe martelava a
cabeça. Mas veio o que viria a ser um alívio ou mesmo o apocalipse para aquele
garoto; por algum meio aquela linda e confusa garota soube do dizer do amor
daquele garoto, sim do dizer, pois para ele, ela não sabia ou até fingia não
saber que aquele amor era como uma força sobrenatural, grande tão mesmo quanto
às estrelas, tão mesmo como o amor da lua e do mar.
Mas então tristemente chegou o
fim, o fim do ano, o fim da ilusão de quase uma vida toda, o fim do único amor
da vida daquele menino, e então os anos se passaram, se passam e passarão e
aquele menino, poeta, observador, lá do início, se tornara um ser frio e sem
valor para si mesmo, um ser cujo seu valor morreu junto ao seu amor, mas que
nunca deixou de acreditar em outras simplicidades e virtudes da vida; como as
estrelas, o céu, a família, Deus e os amigos que sempre fizeram parte da vida
desse menino que morreu com uma esperança bem maior do que a do seu grande
amor, a esperança em uma vida eterna.
Foi nos meados da
doce e divertida infância que seus olhos tontos e brilhantes olharam para
aquela figura linda, sorridente e magnânima, foi na inocente infância que se
enraizou a amizade, do qual anos depois habitaram somente nos seus pensamentos
quando os ventos dos dois seguiram caminhos poucos diferentes, pois mais anos
se passaram e eles voltaram a se ver, um ano apenas tinha para conquistar
aquela menina, sua última chance talvez. Dias se passaram semanas se passaram,
depois vieram os meses e a história continuava intacta.
[Cícero Rodrigues]
- Desculpem pelos erros gramaticais e ortográficos, comentem e/ou compartilhem, críticas também são bem vindas.
sábado, 19 de dezembro de 2015
A Fé me sustenta
Me
sustento pela Fé
Não
me torturo pelo o que dizem de mim
Eis
que pela Fé me sustento
Não
me drogo pelos que ainda sussurram de mim
Se
então a Fé me sustenta
Jamais
cegáreis-me os olhos diante deste falso mundo
Ainda
digo que o que me sustenta é a Fé
Pois
já derramei o líquido podre de orgulho do meu copo
Contínuo
a murmurar que a Fé sempre vai me sustentar
Destas
tolices do mundo eu já me enfastiei
Até
no último suspiro direi que a Fé me sustenta
Pois
já me afogo no enxofre deste mundo profano e cruel
E para sempre persistirei em dizer que com a Fé eu me sustentei, eu me
sustento e sempre vou me sustentar.
[Cícero
Rodrigues]
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